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Com e-commerce em expansão, CAASP amplia parcerias com lojas virtuais

Desde 2005, quando o e-commerce começou a ganhar espaço no Brasil, Talita Pazeto dá preferência ao comércio eletrônico. “Nunca tive problema incontornável”, afirma ela. “Quando recebi um produto com defeito ou que não correspondia ao anúncio, devolvi, pela postagem reversa no Correio, e tive troca ou recebi o dinheiro de volta no cartão de crédito”, acrescenta.Talita toma algumas preocupações antes de comprar. Ela busca apenas lojas bem conceituadas no mercado e, quando encontra um produto com preço muito abaixo do valor de mercado, faz pesquisas adicionais para saber se há reclamações consistentes contra aquele fornecedor.  Hoje, quando vai ao shopping com o marido e o filho de dois anos e meio, o objetivo é dar oportunidade para a criança correr ou para a família toda comer em restaurante.  Outra concessão para o comércio físico é a loja de chocolate. Nesse caso, ficaria mais complicado comprar pelo computador ou aplicativo e receber depois, já que o produto derrete. “Supermercado, remédio, compro tudo pela internet”, conta. Talita descobriu que a internet permite também derrubar fronteiras. “Hoje compro muita coisa no exterior, através de um aplicativo. É muito mais barato”, informa.  Ela dá um exemplo de uma de suas últimas compras no exterior, e das enormes vantagens. Talita comprou quatro copinhos infantis de uma marca famosa. Pagou 136 reais, já com taxas incluídas.  Se comprasse no Brasil, pagaria 220 reais. “Não tenho trabalho nenhum, nem corro risco de ser parada pela Receita, já que só aceito encomendas de baixo valor e em geral roupas de crianças, coisas leves”, conta.O crescimento no chamado e-comerce é evidente.  Em 2013, as vendas pelo meio eletrônico totalizariam 28 bilhões de reais, de acordo com o relatório Webshoppers, produzido pela Ebit/Nielsen, o maior e mais completo levantamento de vendas na internet, divulgado a cada seis meses. Era um crescimento espetacular , considerando que, cinco anos antes, as vendas anuais tinham totalizado 8,2 bilhões. Cinco anos depois, agora em 2018, o comércio eletrônico deve fechar o ano com um faturamento superior a 53 bilhões de reais. Em números já fechados, na comparação do primeiro semestre de 2018 com o primeiro semestre de 2013, o faturamento dobrou, num período em que, todos sabem, houve recessão e o comércio como um todo cresceu pouco.“Nos primeiros seis meses de 2018, 27,4 milhões de pessoas fizeram pelo menos uma compra no comércio eletrônico, alta de 7,6% em relação primeiro semestre de 2017”, destaca Pedro Guasti, consultor da Ebit/Nielsen.O dado mais impressionante é que, desse total, 4,5 milhões fizeram sua estreia no mercado eletrônico brasileiro. O tíquete médio — valor de cada compra — também aumentou. No ano passado, era 418 reais. Agora é 433 reais. Em volume de pedidos, o que mais se compra na internet é produtos de saúde, perfumaria e cosméticos — 15% —, seguido de modas e acessórios — 14,5%.  Em seguida, se destacam produtos para casa e decoração — 10,9% —; eletrodomésticos — 9,8% —; telefonia e celulares — 7,7% —, com o mesmo percentual (share) de esporte e lazer.  Na sequência, estão livros, apostilas e assinaturas — 7,6% —; informática — 5,1% —; eletrônicos — 3,8% —; e alimentos e bebidas — 2,2%.  Estes são os dez setores que mais movimentam a internet em número de pedidos. Há muitos outros setores.Já em valores financeiros, o top ten é ocupado por telefonia/celulares, com 18,9% dos valores negociados. Livros, apostilas e assinaturas estão em décimo lugar, com 2,3%.O que também cresce exponencialmente é o uso de celulares para as compras online.  “Registramos no primeiro semestre de 2018 um aumento expressivo, de 41%, no volume de pedidos por meio de dispositivos móveis, indicando que os consumidores brasileiros definitivamente adotaram os smartphones para a realização de compras no comércio eletrônica”, informa Keine Monteiro, head de inteligência da Ebit/Nielsen.O comércio eletrônico também cresce no universo dos advogados. E nem poderia ser diferente. Um indicador é o site da CAASP, que disponibiliza links para compras online diretas de produtos que vão de artigos esportivos, roupas e revistas a computadores e eletrodomésticos.  Os preços têm desconto especial exclusivo para a advocacia, pois as empresas fazem parte do Clube de Serviços da CAASP.  No site da Caixa de Assistência (www.caasp.org.br) os advogados têm acesso a uma série de lojas virtuais, todas de marcas com boa reputação no mercado. Além disso, a CAASP tem sua própria loja virtual, a CAASP Shop (www.caasp.shop.com), em que são vendidos livros jurídicos e da literatura em geral, além de cosméticos e medicamentos que não exijam receita médica. Todos esses produtos têm descontos maiores que a média de mercado.
11/01/2019 (00:00)
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